quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Semifreddo no capricho



Que tal preparar hoje uma sobremesa para a ceia natalina? Esta é uma sobremesa prática e deliciosa, não é doce demais, é cremosa e geladinha, um meio caminho entre mousse e sorvete. 
Pode ser feita com antecedência, e o melhor é que se conserva por 2 a 3 semanas no congelador. Então, é maravilhoso ter uma dessas - ou mais de uma - pronta para usar em algum dia mais corrido, ou para encantar uma visita que chega de surpresa.
A receita básica é ótima, desta vez incrementei com goiabada. Também dá para variar servindo com calda. Esse da foto foi servido com calda de caramelo de maracujá, mas poderia ser calda de chocolate, de morango, de vinho, de vinagre balsâmico... infinitas possibilidades!
A receita abaixo é para 4 a 6 pessoas - aqui em casa eu fiz, com ajuda do H. e da M., a receita quadruplicada para abastecer o congelador. Exagerada, eu? Não, imagina, sou só prevenida :)

Ingredientes
3 ovos
1 colher de chá de extrato de baunilha
3/4 xícara de açúcar
1 pote de creme de leite fresco bem gelado
opcional: goiabada amolecida (ou doce de leite, ou purê/doce de frutas)

Modo de fazer
Separar os ovos. Colocar as gemas em uma tigela com a baunilha e o açúcar e levar ao fogo médio em banho-maria, sem enconstar a tigela na água. Bater até espumar e dobrar de volume. Em separado, bater as claras em neve e o creme de leite em chantilly.  Misturar tudo muito delicadamente.

Umedecer a forma (tipo bolo inglês ou então forma redonda de furo no meio), e despejar o semifreddo, sem encher até a borda. Levar ao congelador por alguns minutos para começar a firmar. Depois despejar algumas colheradas de goiabada amolecida e mexer com uma faca, para marmorizar. Voltar as formas ao congelador.  Depois de algumas horas, cobrir com papel filme.
Para servir, retirar do congelador um pouquinho antes de servir, desenformar  e cortar em fatias. Se quiser,  servir com calda.

3 comentários:

  1. Este tive o prazer de deliciar. Maravilhoso, dos deuses.

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  2. Obrigada, Claudia. Finalmente, né, Dionisio? Foi ótimo!

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